HPV e Meningite C – #VacinarÉProteger

Com o objetivo de reduzir a propagação do vírus HPV no país, o Ministério da Saúde está com uma campanha para vacinar adolescentes de 12 e 13 anos, de ambos os sexos, para garantir a proteção e queda do número de casos.

O Brasil é o primeiro país da América do Sul e o sétimo do mundo a oferecer a vacina contra o HPV para meninos em programas nacionais de imunizações.

O HPV (Papiloma vírus humano) é um vírus universal, que não tem preferências, quer seja quanto ao sexo, idade, raça, localização e atinge a pele e as mucosas, podendo causar verrugas ou lesões percursoras de câncer, como de colo de útero, garganta ou ânus.

O vírus do HPV é transmitido no contato pele com pele, sendo considerado uma doença sexualmente transmissível, já no primeiro contato sexual 1 em cada 10 meninas chega a entrar em contato com o vírus e com o passar do tempo, entre 80 e 90% da população já entrou em contato com o vírus alguma vez na vida, mesmo que não tenha desenvolvido lesão.

Mais de 90% das pessoas conseguem eliminar o vírus do organismo naturalmente, sem ter manifestações clínicas.

98% das transmissões ocorrem através do contato sexual, mas diferente das outras DSTs, não é preciso haver troca de fluídos para que a transmissão ocorra, o simples contato do pênis com a vagina, por exemplo, já ocasiona a transmissão do vírus.

O vírus do HPV já foi encontrado também em região extragenital como olho, boca, faringe, vias respiratórias, ânus, reto e uretra. E ainda, sua presença foi encontrada no líquido amniótico (líquido que envolve o feto na vida intrauterina).

O Ministério da Saúde disponibiliza a vacina contra o HPV para a população masculina de 12 a 13 anos na rotina do Calendário Nacional de Vacinação do Sistema Único de Saúde (SUS) e a faixa-etária será ampliada, gradativamente, até 2020, quando serão incluídos os meninos com 9 anos até 13 anos.

Além da vacina contra o HPV, os adolescentes de ambos os sexos também serão vacinados contra meningite C. O objetivo é reforçar a eficácia da vacina meningocócica C, uma vez que, com o passar dos anos, pode haver diminuição da proteção após a imunização, que acontece na infância.

A meta é vacinar 80% do público-alvo, formado por 7,2 milhões de adolescentes, protegendo e ampliando o efeito protetor da imunidade direta e indireta das pessoas não vacinadas em decorrência da diminuição da circulação do vírus.

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