10 coisas surpreendentes que afetam a memória

Você sabia que os seus hábitos diários, os medicamentos que toma e o que você come pode ter um impacto maior sobre a perda de memória e preservação do que você imagina.

1. Tofu – embora geralmente considerado uma escolha saudável, uma pequisa realizada pelas universidades Loughborough e Oxford com ais de 700 pessoas com idades entre 52 a 98 apontou que o excesso de consumo de tofu pode aumentar o risco de perda de memória em idosos. Aqueles que comiam tofu, pelo menos, uma vez por dia, em particular em torno dos seus 60 anos, tiveram um risco aumentado de demência ou perda de memória.

2. Carboidratos – se você quiser evitar a doença de Alzheimer, segundo o Dr. Vincent Fortanasce professor de neurologia e autor do “Prescrição de Anti-Alzheimer”, considere cortar os carboidratos, pois ao exagerar no seu consumo a insulina sobe e a enzima degradante da insulina que existe no cérebro trabalhar horas extras para remover a insulina, ao invés de se livrar de proteínas beta-amilóide, a proteína tóxica que produz a doença de Alzheimer.

3. Ondas de calor, fogacho ou calorão – uma pesquisa da Universidade de Illinois em Chicago confirmou um vínculo entre ondas de calor e problemas de memória verbal entre as mulheres na meia idade. Na verdade, quanto mais ondas de calor a mulher tiver, pior a sua capacidade de se lembrar de nomes e histórias. Acredita-se que um surto de hormônio do estresse cortisol, que normalmente acompanha uma onda de calor seja a causa.

4. Fumar – de acordo com um estudo publicado no Archives of Internal Medicine, adultos de meia-idade que fumam parecem ter um risco aumentado para ter memória fraca, a pesquisa também mostra que a longo prazo os ex-fumantes eram menos propensos a ter déficits cognitivos na memória e vocabulário.

5. Estatinas – uma pesquisa da Universidade Michigan School of Public Health mostrou que as pessoas com alto risco de demência que tomaram estatinas para baixar o colesterol tinham metade da probabilidade de desenvolver demência do que aqueles que não tomaram o medicamento. Uma teoria é que as estatinas ajudam a diminuir os níveis elevados de insulina no cérebro associada à doença de Alzheimer.

6. Distúrbio da tiróide – de acordo com uma das edições das publicações da Mayo Clinic Health, a perda de memória é um sintoma comum de uma disfunção da tiróide, isso porque os hormônios da tireóide ajudam a controlar uma série de funções corporais, variando de freqüência cardíaca, para humor e memória. As pessoas mais velhas com esta condição tratável podem apresentar apenas um sintoma, como perda de memória ou a diminuição da função mental.

7. Depressão, Ansiedade – um estudo publicado na revista Neurology mostrou que aqueles que mais frequentemente experimentam emoções negativas, como depressão e ansiedade, são 40% mais propensos a desenvolver transtorno cognitivo leve do que aqueles menos propensos. A fase de transição entre o envelhecimento normal e a demência, transtorno cognitivo leve está associada com a memória leve ou problemas cognitivos.

8. Dor crônica – a dor crônica não só afeta a capacidade da pessoa de trabalhar, dormir e funcionar no dia-a-dia, mas também pode prejudicar a memória. Um estudo da Universidade de Alberta com 24 pacientes que tinham dor com duração de seis meses ou mais mostrou que, quando testados, dois terços mostrou perturbação significativa de atenção e memória.

9. Estado civil – uma pesquisa realizada na Suécia com mais de 1.400 pessoas na meia idade, sugere pela primeira vez que o estado civil de pessoas na meia idade está relacionado com a função cognitiva. 21 anos depois pode-se verificar que aqueles que viviam com um parceiro no início da meia idade foram significativamente menos propensos a mostrar comprometimento cognitivo em comparação com todas as outras categorias – solteiros, separados, divorciados ou viúvos.

10. Peixe – de acordo com uma pesquisa publicada na Neurology, pessoas que comem atum e outros peixes ricos em ômega-3 (ácidos graxos) três vezes ou mais por semana tiveram um risco quase 26% menor de ter as lesões silenciosas cerebrais que podem causar demência e acidente vascular cerebral, em comparação com aqueles que evitam comer peixe.

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