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Café: vilão ou necessário para a saúde?

Estudos divergem na quantidade de café, mas todos apontam para os benefícios da bebida

Pesquisas sobre os benefícios do café costumam divergir na quantidade ideal sugerida para o consumo. Uma pesquisa liderada por Elizabeth Mostofsky, pesquisadora do Harvard School of Public Health – HSPH e do Bethid Deaconess Medical Center (BIDMC) – 2012, informa que beber uma ou duas xícaras de café diariamente pode ajudar a proteger contra a insuficiência cardíaca, mas o excesso pode levar a graves problemas cardíacos.

Já a pesquisa do Australian Centre for Precision Health, da University of Southern Australia, assinado por Elina Hyppönen e Ang Zhou – 2019, estudando sobre a dose máxima de café, aquela que não prejudica a saúde cardiovascular do organismo, analisou padrões de alimentação e exames de saúde de 346.077 indivíduos com idade entre 37 e 73 anos do banco de dados do UK Biobank, e concluiu que o número ideal é o de cinco xícaras diárias. Segundo o estudo, a partir do momento que alguém começa a beber seis ou mais xícaras por dia, o risco de doenças cardíacas pode aumentar em até 22%.

Ambos estudos demonstram que bebe-lo na dose correta faz bem à saúde, já que a fruta contém nutrientes essenciais para o bom funcionamento do organismo, prevenindo doenças como câncer, diabetes, degenerativas do cérebro entre tantas outras.

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O café aumenta a capacidade de foco e é um potencializador da memória

Para Daniela Zaminiani, barista da rede Sterna Café, os benefícios da bebida vão além de aumentar a capacidade de foco, sendo também um potencializador da memória. Ele também auxilia na prevenção de diabetes, problemas cardíacos, envelhecimento precoce e também depressão.

“O consumo do café realmente traz vantagens na manutenção da saúde e beber o café especial, aquele livre de impurezas, garante que o corpo absorverá apenas as substâncias que fazem bem”, informa Zaminiani.

Além da qualidade, a barista alerta para a quantidade: “Tomar café é salutar, principalmente o especial que é superior ao tradicional, porém bom senso é primordial, já que tudo que é usado em excesso acaba sendo prejudicial”, finaliza.

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